Do choro o riso...

Quando compreendo o que preciso, cismo!

Vibro por agir tão somente na essência...

Minha aparência fica de fundo!

Com lágrimas inundo o misterioso em ser!

Sorrindo ilumino, um sei lá o que, que me reverte a alma.

Luz e calma.

Transparência e ausência!

Freqüência em mim?

Em você?

Quem de nós é o choro, quem de nós é o riso?

Sou quem sou! Sou você!

Quando enfatizo, logo sinto, o viver do outro e volto!

Volto rindo, volto chorando, volto a ser, quem sempre sou!

O amor.

GLÁCIA DAIBERT

a formatação é da própria autora.